23 de junho de 2009

daddy cool


aa
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o meu pai comprou, por iniciativa própria, uns merrel. ah! aposto que há p'raí muita gente a querer um pai cool como o meu...
aa
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p.s.- 37 horas após ter sido tirada esta fotografia, ele decidiu adquirir, por sua conta e risco, umas fabulosas birkenstock. estou tão orgulhosa...

18 de junho de 2009

humm...

Chamaram-lhe o Pensamento do Dia. Aposto que há p'aí maltinha a pensar assim à anos...



(Again, um tesourinho via email... Pergunto-me se a Nicola vai gostar disto...)

15 de junho de 2009

A Posição

Muito de vez em quando, há emails que valem a pena... O texto que se segue chegou até mim por esta via, e é um deles.
Não espero que os homens o percebam, ou achem especial piada (mas digo já que um homem que se consiga rir deste texto é um homem especial....), mas eu ri-me muito. Mais do que isso, eu ri-me muito HOJE, véspera de frequência de Economia. Quem me conhece sabe perfeitamente o que quero dizer. Porque hoje apetece-me é chorar, tal é o meu grau não só de conhecimento económico, mas de pensamento económico (para mim, economia é ir aos saldos, por isso já estão a perceber...).
Adiante, que me estou a dispersar. Este é um texto de uma mulher (ou de um homem com elevado grau de sensibilidade e humor), para as mulheres... Porque vocês, homens, fazem xixi de pé, e não fazem puto de ideia do que isto é...


*Por que é que as mulheres demoram tanto tempo quando vão à casa de banho?*

O grande segredo de todas as mulheres a respeito da casa de banho é que, quando eras pequenina, a tua mamã levava-te à casa de banho, ensinava-te a limpar o tampo da sanita com papel higiénico e depois punha tiras de papel cuidadosamente no perímetro da sanita. Finalmente instruía-te:
"Nunca, nunca te sentes numa casa de banho pública!"
E depois ensinava-te a "posição", que consiste em balançar-te sobre a sanita numa posição de sentar-se sem que o teu corpo tenha contacto com o tampo.

"A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, importante e necessária, que nos acompanha para o resto da vida. Mas ainda hoje, nos nossos anos de maioridade, "a posição" é dolorosamente difícil de manter, sobretudo quando a tua bexiga está quase a rebentar.

Quando *TENS* de ir a uma casa de banho pública, encontras uma fila enorme de mulheres que até parece que o Brad Pitt está lá dentro. Por isso, resignas-te a esperar, sorrindo amavelmente para as outras mulheres que também cruzam as pernas e os braços, discretamente, na posição oficial de“tou aqui tou-me a mijar!”. Finalmente é a tua vez! E chega a típica "mãe com a menina que não aguenta mais” (a minha filhota já não aguenta mais, desculpe, vou passar à frente, que pena!).
Então verificas por baixo de cada cubículo para ver se não há pernas. Estão todos ocupados. Finalmente, abre-se um e lanças-te lá para dentro, quase derrubando a pessoa que ainda está a sair.

Entras e vês que a fechadura está estragada (está sempre!); não importa… Penduras a mala no gancho que há na porta… QUAAAAAL? Nunca há gancho!! Inspeccionas a zona, o chão está cheio de líquidos indefinidos e fétidos, e não te atreves a pousá-la lá, por isso penduras a mala no pescoço enquanto vês como balança debaixo de ti, sem contar que a alça te desarticula o pescoço, porque a mala está cheia de coisinhas que foste metendo lá para dentro, durante 5 meses seguidos, e a maioria das quais não usas, mas que tens no caso de…

Mas, voltando à porta… como não tinha fechadura, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto com a outra baixas as calças num instante e pões-te“na posição”… AAAAHHHHHH… finalmente, que alívio… mas é aí que as tuas coxas começam a tremer… porque nisto tudo já estás suspensa no ar há dois minutos, com as pernas flexionadas, as cuecas a cortarem-te a circulação das coxas, um braço estendido a fazer força na porta e uma mala de 5 quilos a cortar-te o pescoço! Gostarias de te sentar, mas não tiveste tempo para limpar a sanita nem a tapaste com papel; interiormente achas que não iria acontecer nada, mas a voz da tua mãe faz eco na tua cabeça
*“Nunca te sentes numa sanita pública”*,
e então ficas na “posição de aguiazinha”, com as pernas a tremer… e por uma falha no cálculo de distâncias, um finííííssimo fio do jacto salpica-te e molha-te até às meias!! Com sorte não molhas os sapatos… é que adoptar “a posição” requer uma grande concentração e perícia. Para distanciar a tua mente dessa desgraça, procuras o rolo de papel higiénico, maaaaaaaaaaas não hááááá!!! O suporte está vazio! Então rezas aos céus para que, entre os 5 quilos de bugigangas que tens na mala, pendurada ao pescoço, haja um miserável lenço de papel… mas para procurar na tua mala tens de soltar a porta… ???? Duvidas um momento, mas não tens outro remédio. E quando soltas a porta, alguém a empurra, dá-te uma trolitada na cabeça que te deixa meio desorientada mas rapidamente tens de travá-la com um movimento rápido e brusco enquanto gritas OCUPAAAAAADOOOOOOOOO!!
E assim toda a gente que está à espera ouve a tua mensagem e já podes soltar a porta sem medo, ninguém vai tentar abri-la de novo (nisso as mulheres têm muito respeito umas pelas outras).

Encontras o lenço de papel!! Está todo enrugado, tipo um rolinho, mas não importa, fazes tudo para esticá-lo; finalmente consegues e limpas-te. Mas o lenço está tão velho e usado que já não absorve e molhas a mão toda; ou seja, valeu-te de muito o esforço de desenrugar o maldito lenço só com uma mão. Ouves algures a voz de outra velha nas mesmas circunstâncias que tu “alguém tem um pedacinho de papel a mais?” Parva! Idiota! Sem contar com o galo da marrada da porta, o linchamento da alça da mala, o suor que te corre pela testa, a mão a escorrer, a lembrança da tua mãe que estaria envergonhadíssima se te visse assim… porque ela nunca tocou numa sanita pública, porque, francamente, tu não sabes que doenças podes apanhar ali, que até podes ficar grávida (lembram-se??)….
Estás exausta! Quando páras já não sentes as pernas, arranjas-te rapidíssimo e puxas o autoclismo a fazer malabarismos com um pé, muito importante!
Depois lá vais pró lavatório. Está tudo cheio de agua (ou xixi? lembras-te do lenço de papel…), então não podes soltar a mala nem durante um segundo, pendura-la no teu ombro; não sabes como é que funciona a torneira com os sensores automáticos, então tocas até te sair um jactozito de água fresca, e consegues sabão, lavas-te numa posição do corcunda de Notre Dame para a mala não resvalar e ficar debaixo da água. Nem sequer usas o secador, é uma porcaria inútil, pelo que no fim secas as mãos nas tuas calças – porque não vais gastar um lenço de papel para isso – e sais…

Nesse momento vês o teu namorado, ou marido, que entrou e saiu da casa de banho dos homens e ainda teve tempo para ler um livro de Jorge Luís Borges enquanto te esperava.
“Mas por que é que demoraste tanto?” - pergunta-te o idiota.
“Havia uma fila enorme” - limitas-te a dizer.

E é esta a razão pela qual as mulheres vão em grupo à casa de banho, por solidariedade: uma segura-te na mala e no casaco, a outra na porta, e a outra passa-te o lenço de papel debaixo da porta, e assim é muito mais fácil e rápido, pois só tens de te concentrar em manter “a posição” e *a dignidade*.

*Obrigada a todas por me terem acompanhado alguma vez à casa de banho e servir de cabide ou de agarra-portas!

(e como não podia deixar de ser, no final deste texto/email diz:)

Passa isto aos desgraçados dos homens que sempre perguntam “querida, por que motivo demoraste tanto tempo na casa de banho?” …. IDIOTAS!*

8 de junho de 2009

Um dia...



E se quiser saber
Pra onde eu vou
Pra onde tenha Sol
É pra lá que eu vou...
J.Q.

20 de maio de 2009

À Marta (e aos 28)

À minha amiga mais antiga: Não há palavras suficientes que te descrevam. Não há palavras que nos descrevam.

por todos os altos
por todos os baixos
por todas as gargalhas
por todas as lágrimas
pelas bebedeiras
pelas ressacas
por todos os dias
por todas as noites
por todos os sorrisos
por todas as lágrimas
por tudo
e por nada

pelos milhares de dias...
e porque todos eles valeram a pena.
porque tu estavas aqui.

Feliz Aniversário.

E porque a gravidade nos pesa.
E porque há dias em que nada nos descola do chão.
E porque és perita em lutar contra ela.
(e em tirar-nos dela)....

Just keep us where the light is.


De sempre, para sempre.
xjox


Gravity is working against me
And gravity wants to bring me down

Oh I'll never know what makes this man
With all the love that his heart can stand
Dream of ways to throw it all away

Oh Gravity is working against me
And gravity wants to bring me down

Oh twice as much aint twice as good
And can't sustain like a one half could
It's wanting more
That's gonna send me to my knees

Oh gravity, stay the hell away from me
And gravity has taken better men than me
(Now how can that be?)

Just keep me where the light is
Just keep me where the light is
Keep you all where the light is
Just keep us where the light is
Ohh.. where the light is!


J.M.

13 de maio de 2009

Se pensas que a escravatura acabou é porque não nos conheces....


Não só são completamente estúpidos, como
ainda se gabam disso... Vamos embora.
Na exploração é que está o caminho...

26 de abril de 2009

Mankind Is No Island

O Tropfest é o maior festival de curtas metragens do mundo. Começou há 17 anos em Sydney e no ano passado teve a sua primeira edição em NY. O Vencedor do ano passado foi este filme que foi totalmente filmado com um telemóvel. O seu orçamento foi de 40 dólares (cerca de 30 euros)!

E está qualquer coisa de extraordinário...

28 de março de 2009

stuck

i don't expect you to understand this feeling.
to understand the pain of being stuck.
stuck in the pain
stuck within the soul
stuck in a body you don't recognize as your own.
my soul is bigger than this, it is bigger than me.
it is bigger than the body that restrains her.
i don't expect you to understand what is it to be
stuck in me.

17 de março de 2009

maria papoila

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"Pode ser hoje... já andámos no fim do mundo à procura
delas, quando tudo o que queremos e precisamos está à
frente dos nossos olhos..."

21 de janeiro de 2009

I am

Too young to hold on
And too old to just break free and run
J.B.