Acordou com o despertador. O toque sistemático interrompeu um sonho que a vai perseguir o resto do dia. A partir desse momento a tranquilidade que procura fica adiada para amanhã.
Vagueia pela casa com o peso na consciência do trabalho que a aguarda, silencioso, em cima da mesa. Acumulam-se folhas... os desenhos não conseguem trazê-la de volta.
À janela, o dia revela-se triste. Seria mais fácil deixar de sentir se o sol aparecesse para a lembrar de que existe vida fora das suas quatro paredes. Mas o dia é um espelho da alma, e o sonho cola-se à memória; fere.
Queria transformar a solidão numa coisa boa, mas continua a ter saudades de alguém que já não existe.
Porque só quem caminha com os nossos sapatos é que sabe. Porque não há nada melhor que caminhar descalça.
31 de março de 2010
19 de fevereiro de 2010
madrid(e)
o (e) é aquele espaço em aberto do tudo-pode-acontecer...
só quero pirar-me daqui para fora.
nota: se não voltar, é porque lá sou mais feliz hihihi!
PS - aceitam-se dicas e doações para esta grande viagem!
só quero pirar-me daqui para fora.
nota: se não voltar, é porque lá sou mais feliz hihihi!
PS - aceitam-se dicas e doações para esta grande viagem!
5 de fevereiro de 2010
16 de janeiro de 2010
14 de janeiro de 2010
30 de dezembro de 2009
3 de dezembro de 2009
27 de novembro de 2009
12 de novembro de 2009
5 de novembro de 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)

