(...)
dizem que quando se perde tudo a primeira coisa que se perde é o medo....
obrigada.
Porque só quem caminha com os nossos sapatos é que sabe. Porque não há nada melhor que caminhar descalça.
22 de agosto de 2008
21 de agosto de 2008
I carry your heart with me
I carry your heart with me ( i carry it in
my heart). I am never without it ( anywhere
I go you go, my dear; and whatever is done
by only me is your doing, my darling)
I fear
no fate (for you are my fate, my sweet) I want
no world (for beautiful you are my world, my true)
and it's you are whatever a moon has always meant
and whatever a sun will always sing is you
here is the deepest secret nobody knows
(here is the root of the root and the bud of the bud
and the sky of the sky of a tree called life; which grows
higher than the soul can hope or mind can hide)
and this is the wonder that's keeping the stars apart
I carry your heart ( I carry it in my heart)
e. e. cummings
my heart). I am never without it ( anywhere
I go you go, my dear; and whatever is done
by only me is your doing, my darling)
I fear
no fate (for you are my fate, my sweet) I want
no world (for beautiful you are my world, my true)
and it's you are whatever a moon has always meant
and whatever a sun will always sing is you
here is the deepest secret nobody knows
(here is the root of the root and the bud of the bud
and the sky of the sky of a tree called life; which grows
higher than the soul can hope or mind can hide)
and this is the wonder that's keeping the stars apart
I carry your heart ( I carry it in my heart)
e. e. cummings
À Ana Marta
(porque sem ti...)
Adorei. Já fazes parte de mim.
On 21st August 08 Ana Marta wrote http://seraqueouvidizer.blogspot.com
Obrigada por todos os segundos, de todas as horas, de todos os dias, de todas as semanas, de todos os meses, destes 25 anos...
Adorei. Já fazes parte de mim.
On 21st August 08 Ana Marta wrote http://seraqueouvidizer.blogspot.com
Obrigada por todos os segundos, de todas as horas, de todos os dias, de todas as semanas, de todos os meses, destes 25 anos...
22 de abril de 2008
rita red shoes
Dream on girl, Dream on girl I want to see you sleep tonight You're up and down You hit the ground And time is drifting through your fears I can find your dreams tonight And make your lover come back home If you don't know, you are on your own I'll choose the best place for you to sleep
Come back to see the day you lost your heart And all your hopes I'll take you to see the sunrise and try to catch your ghost
Come on girl, a dream is your world The signs you see are in your mind The words that you speak are here in my ear So I can hear you falling down Take a breath to see me I can wait for you to Live a life with no hopes but If you still believe…
Come back to see the day you lost your heartAnd all your hopesI'll take you to see the sunrise and try to catch your ghostCome back to see the day you lost your heartAnd all your hopes
Come back to see the day you lost your heart And all your hopes I'll take you to see the sunrise and try to catch your ghost
Come on girl, a dream is your world The signs you see are in your mind The words that you speak are here in my ear So I can hear you falling down Take a breath to see me I can wait for you to Live a life with no hopes but If you still believe…
Come back to see the day you lost your heartAnd all your hopesI'll take you to see the sunrise and try to catch your ghostCome back to see the day you lost your heartAnd all your hopes
18 de abril de 2008
friday morning
o novelo de lã enrolava-se aos seus pés enquanto tricotava
ansiosamente apenas para ouvir o bater das agulhas uma
na outra...
era quase uma musica... era o bater do coração dela...
by: Jo and Kabuki
ansiosamente apenas para ouvir o bater das agulhas uma
na outra...
era quase uma musica... era o bater do coração dela...
by: Jo and Kabuki
14 de abril de 2008
I
está sol lá fora
mas sinto a tempestade no seu auge
não reconheço chuva em mim, não estou habituada a ela
somos estranhas, não nos gostamos, ela está desconfortável
não quero viver assim, quero distância disto.
quero sair de mim, quero fugir, não gosto do que sinto.
não sinto o que gostava...
(isto dói demais...)
mas sinto a tempestade no seu auge
não reconheço chuva em mim, não estou habituada a ela
somos estranhas, não nos gostamos, ela está desconfortável
não quero viver assim, quero distância disto.
quero sair de mim, quero fugir, não gosto do que sinto.
não sinto o que gostava...
(isto dói demais...)
20 de março de 2008
(sem título)
shhhhhhhhhhh
Sshhh...
senta-te aqui ao pé de mim
não ouves?
não?
mas ouve-se tão bem...!
o silêncio da minha alma.
shhhhhhhhhhh
Sshhh...
senta-te aqui ao pé de mim
não ouves?
não?
mas ouve-se tão bem...!
o silêncio da minha alma.
shhhhhhhhhhh
22 de fevereiro de 2008
friday afternoon
oh chuva..
cai baixinho e sussurra-te ao ouvido...
fala-te de sítios que só conheces dos livros...
e fechas os olhos e retornas às páginas nostálgicas onde
diversas vezes passaste os dedos para sentir a textura desses sítios...
o sabor ainda te arde na boca...
as lágrimas ainda te queimam os olhos
e tudo retorna aquele lugar.. àquele onde não queres estar mas sentes-te sempre em casa, a incongruência do teu sentir.. teu..
àquele em que te sentes tu
não! pára...
as páginas continuam a serem folheadas.. não pela tua mão.. mas num sítio teu..
as páginas continuam a arranhar-te os dedos...
os dedos entranham-se nas páginas.. páginas e dedos, folha a folha complementam-se e tornam-se
parte de ti. choras pelo que tens e lamentas o que não tens. sabes que
mais cedo ou mais tarde tudo se inverte quando deixares de olhar para as páginas.. mas elas aquecem-te..
aninhas-te nelas e não queres voltar para...
não queres voltar ao chão de algodão que se aninha aos teus pés cada vez que acordas.. não queres a insuportável segurança, a irritante rotina, a linha de comboio...
não queres ser tu porque te sentes além de ti
a incongruência de sentimentos revoltos num turbilhão começa a fervilhar...
sentes raiva e não sabes de onde vem
ao mesmo tempo apetece-te sorrir e não sabes porquê
e, parada à chuva, apercebeste que viajaste, agarrada a um livro
abres o guarda-chuva. e caminhas pela rua sem evitar as poças de água que suavemente te salpicam as pernas
estás encharcada mas não sentes o frio. e sorris...
cai baixinho e sussurra-te ao ouvido...
fala-te de sítios que só conheces dos livros...
e fechas os olhos e retornas às páginas nostálgicas onde
diversas vezes passaste os dedos para sentir a textura desses sítios...
o sabor ainda te arde na boca...
as lágrimas ainda te queimam os olhos
e tudo retorna aquele lugar.. àquele onde não queres estar mas sentes-te sempre em casa, a incongruência do teu sentir.. teu..
àquele em que te sentes tu
não! pára...
as páginas continuam a serem folheadas.. não pela tua mão.. mas num sítio teu..
as páginas continuam a arranhar-te os dedos...
os dedos entranham-se nas páginas.. páginas e dedos, folha a folha complementam-se e tornam-se
parte de ti. choras pelo que tens e lamentas o que não tens. sabes que
mais cedo ou mais tarde tudo se inverte quando deixares de olhar para as páginas.. mas elas aquecem-te..
aninhas-te nelas e não queres voltar para...
não queres voltar ao chão de algodão que se aninha aos teus pés cada vez que acordas.. não queres a insuportável segurança, a irritante rotina, a linha de comboio...
não queres ser tu porque te sentes além de ti
a incongruência de sentimentos revoltos num turbilhão começa a fervilhar...
sentes raiva e não sabes de onde vem
ao mesmo tempo apetece-te sorrir e não sabes porquê
e, parada à chuva, apercebeste que viajaste, agarrada a um livro
abres o guarda-chuva. e caminhas pela rua sem evitar as poças de água que suavemente te salpicam as pernas
estás encharcada mas não sentes o frio. e sorris...
by: Jo and Kabuki
4 de fevereiro de 2008
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